“Minha mãe sempre diz: Não há dor que dure para sempre! Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos. E apesar de saber de tudo isso porque algumas dores duram tanto?”
terça-feira, 29 de novembro de 2011
”Eu, por exemplo, gosto do cheiro dos livros. Gosto de interromper a leitura num trecho especialmente bonito e encostá-lo contra o peito, fechado, enquanto penso no que foi lido. Depois reabro e continuo a viagem.
Gosto do barulho das paginas sendo folheadas. Gosto das marcas de velhice que o livro vai ganhando: a lombada descascando, o volume ficando meio ondulado com o manuseio.
Tem gente que diz que uma casa sem cortinas é uma casa nua. Eu penso o mesmo de uma casa sem livros.”
Gosto do barulho das paginas sendo folheadas. Gosto das marcas de velhice que o livro vai ganhando: a lombada descascando, o volume ficando meio ondulado com o manuseio.
Tem gente que diz que uma casa sem cortinas é uma casa nua. Eu penso o mesmo de uma casa sem livros.”
Ainda
“Ainda é você quem arranca risos das minhas lágrimas e me faz caminhar grandes distâncias sem destino. Ainda é você quem leva partes de mim sem que eu me dê conta do que se passa. O mais bonito de tudo, por assim dizer, é que eu espero que siga sendo você a fazer tudo isso e muito mais”
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Meu eu !
E eu digo sempre no final de cada conversa: "Te cuida, meu amor" com vontade de dizer: " Me cuida, por favor, pois meu eu está em você."
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