terça-feira, 29 de novembro de 2011

Porque?

“Minha mãe sempre diz: Não há dor que dure para sempre! Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos. E apesar de saber de tudo isso porque algumas dores duram tanto?”



”Eu, por exemplo, gosto do cheiro dos livros. Gosto de interromper a leitura num trecho especialmente bonito e encostá-lo contra o peito, fechado, enquanto penso no que foi lido. Depois reabro e continuo a viagem.

Gosto do barulho das paginas sendo folheadas. Gosto das marcas de velhice que o livro vai ganhando: a lombada descascando, o volume ficando meio ondulado com o manuseio.

Tem gente que diz que uma casa sem cortinas é uma casa nua. Eu penso o mesmo de uma casa sem livros.”

Ainda

“Ainda é você quem arranca risos das minhas lágrimas e me faz caminhar grandes distâncias sem destino. Ainda é você quem leva partes de mim sem que eu me dê conta do que se passa. O mais bonito de tudo, por assim dizer, é que eu espero que siga sendo você a fazer tudo isso e muito mais”




quarta-feira, 9 de novembro de 2011





“E eu concluo que, de alguma forma,
nossa ligação mental? espiritual? psicológica?
continua sempre muito forte.”
- Tô me sentindo estranho hoje...
- Por que?
- Sei lá, hoje acordei com vontade de tudo que, com muito esforço, eu deixei de gostar...
- Cigarros? (risos)
- Também!
- Do que mais?
- Você.

Meu eu !

E eu digo sempre no final de cada conversa: "Te cuida, meu amor" com vontade de dizer: " Me cuida, por favor, pois meu eu está em você."










                              

Essa é a Ideia